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Poema do Edward

domingo, 17 de abril de 2011.
Vi esse poema num blog e fiquei pensando no Edward, (tá conta a novidade, quando eu não penso nele??) mas enfim, algumas coisas realmente fazem ligação. Leiam e me digam o que acharam :)


Ando por aqui, sem rota, sem rumo

nos mares do meu coração,
pois sem ti quase me sumo
navegando na minha solidão.
Uma rajada de ventou passou
e deixo-te perto de mim
Agora o momento chegou
e quero-te até ao fim.

Sei que posso dividir a vida
em três momentos distintos
mas a que me é mais querida
é aquela em que encontro mais labirintos.

Adormeço a pensar em ti,
acordo com o mesmo pensamento.
Eis o poema que não li
és a luz no firmamento.
És perola de magia,
meu sorriso ao amanhecer,
aquela que me dá alegria
a que nunca vou esquecer.
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Olhem direito!!!

domingo, 27 de fevereiro de 2011.
Gente, em uma das minhas buscas da net olha o que eu achei.... uma sequencia que fiquei sem ar!!!!

 
Ok, agora que vocês já olharam muito pra foto, reparem na mão boba do "senhor puro" Edward Cullen!!!
o.O isso é que é um ataque!!!

PRECISO IR PRA FORKS!!! EDWARD BITE ME!!!
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Três pensamentos do Edward que muita gente não sabe, mas que só me fazem ser mais apaixonada por ele

Muitas pessoas lêem frases do Edward de muito amor para a Bella ou frases que mostra ele como um vampiro “diferente” dos outros, mas muitos não sabem que os primeiros pensamentos do Edward sobre a Bella são como de qualquer outro vampiro ou até maior, porque afinal, quem mataria a sala toda para saborear o sangue de La Tua Cantante?


Apenas um vampiro, apenas o EDWARD...

Vamos às frases...

"Se eu pudesse evitar Bella Swan, se eu pudesse conseguir não matá-la - mesmo enquanto eu pensava nisso, o monstro trincava e rangia os dentes, cheio de frustração - então ninguém teria que saber. Se eu pudesse manter distância do cheiro dela…” (Edward, Sol da Meia Noite)

"A sua respiração quente tocou meu rosto e eu tive que dar um passo para trás. A atração dela não tinha diminuído nem um pouquinho. Toda vez que ela estava perto de mim, despertava os meus piores instintos, os mais urgentes. O Veneno inundou minha boca e meu corpo ansiou para atacar, para puxá-la para os meus braços e despedaçar sua garganta nos meus dentes...” (Edward Cullen, Sol da Meia Noite)

"As muitas fomes que eu sentia dela – de sua presença, de seu corpo, de sua mente, de seu sangue, de seu prazer – se mesclavam e me deixavam tonto, beirando a falta de controle. Aquela noite me dava prazer e me feria, mas cada vez menos eu conseguia pensar em parar. Eu só conseguia pensar em continuar. Décadas de autocontrole iam se desfazendo sob suas mãos quentes, seu calor, seu cheiro, sua insensatez...” (Edward)

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